terça-feira, 16 de outubro de 2018

SESSÃO ORDINÁRIA 17/10/2018 - G1




Segue o convite para a Sessão Ordinária G1 da próxima quarta-feira dia 17/10/2018.


Saliento que o Ágape está sob a responsabilidade dos AAm.'. IIr.'. Isaac Newton e Mohandas Gandhi.


Por fim, destaco que TODOS estão convidados a comparecer, pois a sessão é G1, conforme convite anexo.


T.'.F..'.A.'.


Karol Józef Wojtyla

domingo, 30 de setembro de 2012

O RITO ADONHIRAMITA


O Rito Adonhiramita
Em 1758,o Barão de Tschoudy,com a experiência adquirida no Capítulo dos Cavaleiros do Oriente,para o qual escrevera os Rituais de Iniciação e Catecismos de Instrução,preparou-se para empreender sua obra maior.Baseando-se na tradição e na excepcional cultura que acumulara forneceu o material para a compilação de Recueil Précieux de La Maçonnerie Adonhiramite("Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita"),cuja conseqüência foi o florescimento de inúmeras Lojas ,na Europa e no Oriente próximo,chegando o Rito Adonhiramita a ser o mais difundido de todos. É um Rito histórico, característico e essencialmente metafísico, esotérico e místico, tornando-se exotérico quando exerce o magistério de sua liturgia. Tem por bases teológicas as verdades bíblicas reveladas no Antigo e Novo Testamento, particularmente, no que concerne a construção do Templo de Salomão e às origens do Cristianismo com relação ao período das Cruzadas. É derivado diretamente do Rito de Heredon, e abrangia, até 1873, 12 graus: sendo 3 simbólicos e 9 filosóficos, coroados com o de Cavaleiro Noaquita. Em 2 de junho de 1973, o Rito passou a compor-se de 33 graus e sua Oficina-Chefe denominou-se EXCELSO CONSELHO DA MAÇONARIA ADONHIRAMITA.

Como o Rito Adonhiramita chegou ao Brasil?
O Rito ou Maçonaria Adonhiramita teve ampla expansão na Europa, particularmente na França,onde se originou e se difundiu para Portugal e chegou a dominar o Grande Oriente Lusitano.
Todavia, se desvaneceu pouco a pouco, não só em conseqüência da dispersão de seus praticantes engolfados em lutas partidárias, como, também, devido a eventos políticos que repercutiram danosamente contra as organizações maçônicas de então. Desta forma, a Maçonaria Adonhiramita ficou praticamente confinada no Reino de Portugal de onde se transferiu para o Brasil.

O Rito Adonhiramita e a criação do GOB e a Proclamação da Independência!
Em 15 de novembro de 1815, sob os auspícios do Rito Adonhiramita, fundou-se a Loja Comércio e Artes, no Rio de Janeiro, que passou a congregar a fina flor das lideranças políticas de então.

Em 2 de julho de 1821, esta Loja se instalou definitivamente e, neste mesmo dia, ficou deliberado o seu desdobramento para fundar e instalar as Lojas "Esperança de Niterói" e "União e Tranquilidade", compondo assim, o Tripé sobre o qual se instalaria o Grande Oriente Brasiliano (também dito Brasílico), depois Grande Oriente do Brasil, sendo todas estas Lojas praticantes do Rito Adonhiramita, o único existente no Brasil até 1822.


Fundamentos da tradição do Rito Adonhiramita?
Este Rito é histórico e tradicional, pois foram preservadas em toda a sua essência, mantendo
intactas até os dias atuais, as tradições ritualísticas e as práticas iniciáticas da antiguidade, algumas das quais, datam do surgimento da própria maçonaria operativa, sendo assim um Rito característico e essencialmente metafísico, esotérico e místico. Constitui um drama psicológico organizado a fim de produzir experiências transcendentais nos participantes e, ao se tornar esotérico no exercício do magistério de sua Liturgia, de um modo gerai, induz a mente objetiva a certo grau de relaxamento, o que permite a emersão do subconsciente, resultando em um estado de harmonia e bem estar, tornando-o um Rito de profunda espiritualidade. Tem por bases teológicas as verdades bíblicas revelada no Antigo e Novo Testamento, particularmente, no que concerne à construção do Templo de Salomão e às origens do Cristianismo, com atenção especial voltada para os aspectos proféticos e apocalípticos de ambos os documentos sagrados.

Fonte: aqui.

terça-feira, 20 de março de 2012

Sentir-se Irmão



Sentir-se Irmão 

Por Ronaldo Ramiro de Paula
Colaboração: Ir.·. Siddharta Gautama



O cara diz que é teu irmão, então tá. Ele é teu irmão. 


Você sabe que é teu irmão porque lhe disseram isso, lhe pregaram isso, lhe deram instruções sobre isso. Mas saber se realmente ele é teu irmão é uma coisa, sentir-se irmão de fato é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. 



A demonstração de irmandade requer mais do que beijos, abraços e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa, depende muito também do cumprimento de nossos juramentos. 



Pactos? Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos irmãos. 



Sentir-se irmão é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja fraquejando. 



Sentir-se Irmão é ver que o outro lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-lo tentar reconciliar você com seu pai, sua esposa, com ele próprio, e ainda com os demais irmãos, é ver como o outro fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando as coisas parecem que entram na linha.



Ser Irmão, é para os que sentem-se amados, ser irmão é para aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão ou situação. Sente-se irmão aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se irmão aquele que tem sua solidão, e sua magoa respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se irmão quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para os demais irmãos, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se irmão quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. Sente-se irmão aquele que não é fator de cabulação e devaneios de outros.



Agora só ouça e entenda: 




Dizer você é meu irmão às vezes não diz tudo.

.·.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Palavra do Grão-Mestre Geral



Palavra do Grão-Mestre Geral
A Violência Urbana
O fenômeno da violência urbana, que é mundial, deu seus primeiros sinais de agravamento na década de sessenta do século passado, quando a guerra do Vietnã chegava ao clímax e os protestos internos se agravaram nos Estados Unidos; em que outros episódios de contestação aos regimes eclodiram com a Primavera de Praga, as multidões rebeladas do Quartier Latin, a passeata dos cem mil, no Rio de Janeiro, o assassinato do presidente norte americano Kennedy deixaram, às populações marginalizadas um alento de esperança nas ações ilegais e contestatórias ao “status quo”, e deixaram, aos marginais propriamente ditos, a oportunidade de aperfeiçoar seus métodos de ação nas grandes cidades.

Desde então, a sociedade tem adotado variados tipos de defesa, desde a vigilância eletrônica em todas as ruas, até o embrutecimento de suas instituições de segurança pública com a presença, nelas, de criminosos de todos os quilates, confiada, a sociedade, em que os iguais combatem facilmente os iguais. O defensor da sociedade passou a ser um “combatente” numa guerra em que, como em todas as guerras, todos os excessos são praticados, e os “acidentes de percurso” são permitidos.

Em nossos dias, só tem importância o que se vê; a palavra falada ou escrita, isoladamente, perdeu um tanto de sua eficácia. Daí, que os produtos de vigilância e segurança estão em alta, e por isso as ocorrências fora do alcance das câmeras ficam obscuras ou completamente desconhecidas. Os marginais experientes fogem dos lugares vigiados e se precaveem, agora, na descuidada periferia.

Quantos crimes de sangue, crimes contra o patrimônio público ou privado e os bons costumes têm ocorrido sem conhecimento da Justiça, sem apuração, sem registro! Deles se sabe à boca pequena. Falar deles abertamente, implica perigo... da parte dos criminosos, das gangues, das máfias e de outros apaniguados.

Uma das obrigações mais imediatas de qualquer governo é garantir a segurança social, especialmente no que diz respeito à integridade do cidadão e do seu patrimônio, tudo exposto, na atualidade, à sanha dos assaltantes, das gangues e dos arrastões; acrescentem-se, aqui, os crimes contra as mulheres, permanentemente vítimas de estupro e outras agressões sexuais.

O grande impulso a que está submetido, no momento, o desenvolvimento brasileiro não pode ignorar os prejuízos sociais da violência urbana, nem o sofrimento das vítimas, que não têm sido poucas nesta fase da vida nacional.

Que a Graça do Supremo Arquiteto do Universo desça sobre o nosso País, iluminando as ações de seus dirigentes e revigorando a alma dos desajustados e desesperados para que retomem o caminho do bem e do belo.

09 de março de 2012
Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral
Sec:. Geral de Comunicação e Informática

terça-feira, 30 de agosto de 2011

CONVITE de JANTAR: GOB/PR, GLP, GOP




AAmad. IIr.:
 
Aproveito para informar a todo o Quadro que no dia 19/11/2011 (sábado - Dia da Bandeira), as 3 Obediências Maçônicas do PR (GOB / GLP / GOP) realizarão o "1º Grande Almoço da Fraternidade Maçônica Paranaense", direcionados a todos os Irmãos destas Obediências e suas respectivas famílias.
 
Será um evento GRANDIOSO E HISTÓRICO, com a participação e apoio direto do nosso Em. Grão-Mestre.
 
Peço encarecidamente que os AAmad. IIr. reservem esta data na sua agenda. A antecedência é boa e temos tempo para nos organizar com as nossas famílias. Assim que tiver mais informações, repassarei.
 
Vamos lá!!!
T.F.A.,
Gerald Koppe Junior
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Louis Henri Théodore Tschoudy, o Barão de Tschoudy



Louis Henri Théodore Tschoudy, o Barão de Tschoudy, nasceu a 27 de agosto de 1727, em Metz na França, descendia da família de Lorraine originária do canton suíço de Glaris que se estabeleceu em França no século XVI sendo enobrecida em 1660 e confirmada nobre em 1674. O Barão de Tschoudy foi conselheiro do Estado e membro do Parlamento de Metz. Em 1752, tendo obtido a permissão do Rei viajou para Roma sob o nome de "Cavaleiro de Lussy". Neste país despertou a cólera do Papa e de sua corte com a publicação em Haya, nesse mesmo ano do livro "Um Presente de Ano Novo para o Papa ou Os franco-maçons Vingados", que tratava duramente da Bula do Papa Benedito XIV em que este excomungava os maçons. Ainda em 1752 publicou outra obra com o título de "O Vaticano Vingado" trabalho irônico e intencionalmente relacionado com o primeiro. Estes dois livros desencadearam uma incansável perseguição por parte da Igreja que obrigou-o a desaparecer para salvar-se.
Tschoudy reapareceu na Rússia, onde estando em deploráveis condições financeiras, reuniu-se a companhia de cômicos da Imperatriz Elizabeth. O Conde Ivan Schouwalon, compadecido, o nomeou seu secretário particular e retirou-o da companhia, em seguida foi nomeado também secretário da Academia de Moscou e Governador de pajens da corte russa (isto é, a pessoa responsável pela educação dos jovens nobres e sucessores ao trono). O fato de ser francês e a mudança repentina de sua sorte despertaram tamanha inveja que forçou-o a deixar a Rússia, em 1760, pois viu-se novamente cercado de inimigos que iniciaram nova perseguição.
Retornando a Paris foi preso e levado à Bastilha de onde foi libertado graças as intervenções de sua mãe, da Imperatriz Elizabeth e do Grão Duque Pedro. Ao ser libertado. em 1761, Tschoudy retornou a Metz e passou a dedicar-se unicamente a tarefa de reformar o sistema maçônico. Em 1766, mudou-se para Paris com o propósito de divulgar o seu sistema, ali permanecendo até o seu falecimento em 28 de maio de 1769.

O Barão de Tschoudy mesmo tendo ocupado cargos de destaque em sua vida, teve os seus feitos mais importantes relacionados a maçonaria, onde foi zeloso e sábio investigador, tendo sido apóstolo ativo da escola de Ransay de quem adotou a teoria da origem templária da maçonaria e a fundação da mesma por "Pedro o ermitão", o famoso promovedor das cruzadas, passarei então a relatar seus feitos maçônicos.

Em 1750, ele era o Venerável da "Loja do Ancião", em Metz, cargo que ocupou até 1752 quando viajou à Itália. Na Rússia foi orador da "Loja de São Petesbourg" e ao retornar a Metz, em 1761, após ser libertado, encontrou a "Loja do Ancião" adormecida e passou a freqüentar a "Loja dos Perfeitos Amigos", que foi a primeira a adotar o grau de "Grande Eleito Cavaleiro Kadosh", mas seu objetivo era reativar a "Loja do Ancião" o que conseguiu em 1762. Obteve em 1764 a presidência e a carta constitutiva da primeira Grande Loja de Metz e mais tarde já em 1765 obteve o reconhecimento de sua loja como Loja Mãe da Província de Metz e seu novo título de "Loja de São João da Amizade de São Etienne".

Tschoudy introduziu neste ano o grau do "Escocês de Santo André" e fundou uma escola com o nome de "Capítulo de São Theódoro", neste período também redigiu os rituais do "Soberano Conselho dos Cavaleiros do Oriente", de onde se tornou membro. Este Conselho fundado em 22 de julho de 1762 por conseqüência de desentendimentos entre membros do "Soberano Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente", foi presidido pelo alfaiate Pirlet. Este novo Capítulo em oposição ao sistema do Conselho dos Imperadores, cujo rito era composto de vinte e cinco graus, criou um rito reduzido com quinze graus e encarregaram o Barão da redação dos rituais.

A doutrina do Conselho dos Cavaleiros remontava a origem da iniciação maçônica aos egípcios tomando por base, seus mistérios, a história da volta dos judeus a Jerusalém após o cativeiro e alguns dogmas do cristianismo.

Mais tarde desentendendo-se com o Conselho dos Cavaleiros, Tschoudy funda a "Ordem da Estrela Flamígera", nome que derivou do livro que publicou com o Barão Duhamel, em 1766, intitulado "A Estrela Flamígera", o Barão apenas acabara de fundar a "Ordem da Estrela Flamígera", quando deu a luz a uma nova maçonaria, composta de treze graus a que deu o nome de "Maçonaria Adonhiramita", formada de graus bíblicos-salomônicos e templários em que as lendas da construção do templo de Salomão e do assassinato do mestre Adonhiram, se interpolam com as dos templários e a morte do seu Grão-Mestre Jacques de Molay. Como tinha por hábito, baseou esta nova reforma em outra obra intitulada "Coleção Preciosa da Maçonaria Adonhiramita". Este novo sistema ele enriqueceu com notas curiosas e sabias, principalmente nos três primeiros graus que Tschoudy considerava essências a escola maçônica.

Tschoudy, durante toda a sua vida maçônica, combateu a complexidade das instituições maçônicas da época com seus numerosos graus e lançou inúmeras críticas a estes sistemas, como as seguintes: "... que são unicamente um motivo de gastos supérfluos para os tolos." e "... Todo o que sai da ordem natural, tudo o que envolve um objeto ruim, rodeado de acessórios supérfluos, mais próprios a degradar do que para enaltecer, é um vício altamente prejudicial que é preciso destruir."

O Barão de Tschoudy trabalhou incansavelmente para reformar a maçonaria fundando e dando base para a fundação de varias instituições e, ao morrer, deixou para o arquivo do "Soberano Conselho dos Cavaleiros do Oriente" uma preciosa coleção de manuscritos, como por exemplo sua obra inédita "Escocês de Santo André", com a condição expressa de que não a publicassem. O Conselho não acatou e a publicou, e vendeu publicamente em 1780 e a do "Cavaleiro Kadosh" em 1781. A obra intitulada "Coleção Preciosa da Maçonaria Adonhiramita" foi publicada pela primeira vez em 1781 e assinada por Guillermain de São Vítor, membro do "Soberano Conselho dos Cavaleiros do Oriente", a quem alguns historiadores maçons atribuem a criação da "Maçonaria Adonhiramita". Estes fatos desprestigiaram de tal forma a instituição publicadora que esta veio a sucumbir.

A influência de Tschoudy na maçonaria universal não se limitou portanto as suas obras durante a curta porém ativíssima vida e a ele são atribuídas reformas posteriores a sua morte como a do "Rito Escocês Reformado de Tschoudy" em 1776 e a "Maçonaria Adonhiramita" o que coroam e dão sentido a todos os seus esforços pela construção de uma maçonaria mais simples e por isso mesmo mais sabia e sã.

Obra extraida da internet
Colaboração: Gerald Koppe Jr